Business Consulting com raízes em Brasília

Desde 2016, ajudamos empresas brasileiras a organizar suas operações, atrair capital e crescer com estrutura.

Como a Biz Integrity Advisory começou

Em 2016, três profissionais que trabalhavam em áreas diferentes perceberam um problema comum entre empresas de médio porte no Centro-Oeste: faturamento crescente, mas gestão frágil. Empresas com R$ 50 milhões de receita operando com controles de planilha, sem conselho consultivo e com processos de decisão concentrados em uma única pessoa.

Carolina Braga vinha da área de governança corporativa em um banco de investimento. Thiago Mendes tinha dez anos de experiência em reestruturação operacional em indústrias do interior de Goiás. Luciana Farias era especialista em gestão de pessoas e tinha implantado programas de desempenho em redes hospitalares do Distrito Federal.

Os três se conheceram durante um projeto conjunto para uma empresa de logística em Anápolis. O cliente precisava de governança, reestruturação e gestão de equipe ao mesmo tempo. Nenhum deles conseguia resolver tudo sozinho. Dessa colaboração nasceu a ideia de montar uma consultoria que reunisse as três disciplinas sob o mesmo teto.

O escritório abriu em agosto de 2016 na Asa Sul, com dois clientes. Hoje estamos na Marginal Lucca, com uma equipe de onze consultores e mais de 87 projetos concluídos em oito estados brasileiros.

Fundadores da Biz Integrity Advisory em reunião informal no escritório

O que guia o nosso trabalho

Não temos uma lista de dez valores genéricos pendurada na parede. Temos quatro princípios que usamos para tomar decisões difíceis no dia a dia.

Franqueza antes de diplomacia

Se o problema da empresa é o próprio sócio, dizemos isso na reunião. Clientes nos contratam para ouvir o que a equipe interna não consegue dizer. Relatórios que suavizam a realidade para agradar o contratante não servem para nada.

Escopo fechado, sem surpresas

O valor do projeto é combinado antes do início. Se precisamos de mais horas do que previmos, o custo adicional é nosso. Isso nos obriga a fazer diagnósticos precisos e a não inflar escopos para aumentar honorários.

Resultados mensuráveis

Cada projeto define indicadores de sucesso na proposta comercial. Se o objetivo é reduzir o ciclo de vendas, medimos o ciclo antes e depois. Se é preparar a empresa para uma rodada de investimento, o indicador é a rodada fechada ou não. Sem métricas, não há como saber se o trabalho funcionou.

Transferência de conhecimento

Não queremos criar dependência. Cada projeto inclui treinamento da equipe interna para que a empresa consiga manter as mudanças depois que saímos. Se o cliente precisa nos recontratar para o mesmo problema, falhamos na primeira vez.

Quem faz o trabalho acontecer

Nossa equipe tem onze consultores. Aqui estão os quatro sócios que lideram os projetos.

Carolina Braga, sócia-diretora de governança

Carolina Braga

Governança e relações com investidores

Trabalhou oito anos no Banco Pactual antes de fundar a consultoria. Coordenou a estruturação de conselhos consultivos em 23 empresas e acompanhou cinco rodadas de investimento que somaram R$ 180 milhões.

Thiago Mendes, sócio-diretor de reestruturação operacional

Thiago Mendes

Reestruturação operacional

Engenheiro de produção com MBA pela FGV. Passou dez anos em chão de fábrica no interior de Goiás antes de se dedicar à consultoria. Seus projetos de reestruturação geraram economia acumulada de R$ 42 milhões para os clientes.

Luciana Farias, sócia-diretora de gestão de pessoas

Luciana Farias

Gestão de pessoas e desempenho

Psicóloga organizacional com 14 anos de experiência em redes hospitalares e empresas de tecnologia. Implantou programas de OKR em 18 organizações e treinou mais de 200 gestores em feedback estruturado.

Roberto Alves, sócio-diretor de planejamento estratégico

Roberto Alves

Planejamento estratégico

Economista com passagem pelo BNDES e pela Secretaria de Planejamento do DF. Entrou na consultoria em 2019 como sócio. Lidera os projetos de planejamento de longo prazo e análise de cenários macroeconômicos para clientes do agronegócio.

Nossa trajetória em datas

Agosto de 2016

Abertura do escritório na Asa Sul, Brasília, com dois clientes iniciais: uma empresa de logística em Anápolis e uma rede de clínicas odontológicas no DF. A equipe tinha três sócios e uma assistente administrativa.

2017

Primeiro projeto de governança para uma empresa do agronegócio em Mato Grosso. Esse cliente nos indicou para três outras empresas do setor, o que definiu uma das nossas áreas de especialização.

2019

Roberto Alves entra como quarto sócio, trazendo experiência em planejamento estratégico e análise macroeconômica. A equipe chega a sete consultores. Mudança para o escritório atual na Marginal Lucca.

2020

Adaptação ao trabalho remoto durante a pandemia. Desenvolvemos um modelo de diagnóstico híbrido que combina visitas presenciais curtas com sessões por videoconferência. Esse formato se mostrou tão eficiente que mantemos até hoje para clientes fora do DF.

2022

Marco de R$ 200 milhões em investimentos captados por clientes que passaram pelo nosso programa de governança. Início dos primeiros projetos no Nordeste, atendendo empresas de tecnologia em Recife e Salvador.

2024

Equipe chega a onze consultores. Lançamento do programa de acompanhamento pós-projeto de 12 meses, incluído em todos os contratos sem custo adicional. Total de 87 projetos concluídos em oito estados.

Por que empresas nos procuram

Cada cliente chega com uma situação diferente, mas os gatilhos mais comuns se repetem.

Preparação para captar investimento

Fundos de private equity e investidores institucionais exigem governança formal, demonstrações financeiras auditáveis e processos documentados. Muitas empresas de médio porte têm resultados financeiros sólidos, mas não conseguem apresentá-los no formato que o mercado de capitais espera. Montamos essa estrutura em 8 a 12 semanas.

Crescimento desordenado

A empresa dobrou de tamanho em três anos, mas os processos internos ainda são os mesmos de quando tinha metade do faturamento. Os sócios trabalham 14 horas por dia porque não conseguem delegar. Nesse cenário, redesenhamos a estrutura organizacional e implantamos rotinas de gestão que liberam tempo da diretoria para decisões estratégicas.

Conflitos societários

Em empresas familiares, a segunda geração começa a participar da gestão sem regras claras sobre papéis, remuneração e tomada de decisão. Estruturamos acordos de sócios, definimos critérios de entrada e saída e criamos fóruns formais de deliberação que reduzem o atrito entre membros da família.

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